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Blog de partilha de experiências educativas

Category Archives: Sem categoria

Videojogo na Educação/ Video games in Education

 

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Artigo no Diário da Lagoa relativo aos Erasmus+: projetos LEVEL e GameON

Lagoa

“Os videojogos fornecem um novo tipo de atividades à sala de aulas, mas não substituem as atividades tradicionais. É apenas mais uma estratégia que os professores podem seguir”,

Link do Artigo

Preparar o Exame FQA 2017

Fisquisilva's Blog

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Jovens Cientistas podem encontrar o material para preparar o exame 2017 na página indicada abaixo! Separador FQA11 – Preparar o exame nacional.

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O calendário de estudo e apoio proposto para este ano é o seguinte!

calendario

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Acessibilidade no ensino especial

Em Novembro publiquei um artigo no blog Fell ThinK Grow Inspire sobre a adaptação de um Gamepad ao ensino especial. Estou convicto que em muitos casos se pode fazer muito com pouco, não havendo sempre a necessidade de grandes investimentos, quando se pode recorrer a meios e técnicas, que embora pensadas para outro tipo de situações, podem ser adequados ao ensino. No entanto, pelo menos, no campo das aplicações, já existem aquelas que foram propositadamente concebidas para o ensino especial e não custam nada, como é o caso do NVDA – nonovisual desktop access que possui uma qualidade idêntica outras aplicações que são pagas de forma substancial por escolas e instituições.

 

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“Gamepad como interface de acessibilidade no ensino especial – Blog Feel Think Grow Inspire”

Neste artigo refiro-me à utilização do gamepad como alternativa ao rato, numa situação em que a aluna possui uma condição que lhe dificulta o manuseamento deste último periférico. Todavia, acredito que uma solução touchscreen será preferível nesta situação. E num futuro próximo,  a combinação do Leap com um interface optimizado para touchscreen (como o windows 8) poderá vir a ampliar muito a acessibilidade ao computador.

Recentemente, tendo notado que a aluna “tremia” menos com a mão, quando fazia pequenos movimentos, sugeri que se usasse o rato com a sensibilidade elevada (ao contrário do que normalmente se faz), para que a aluna pudesse controlar aquele interface com movimentos muito subtis da mão, o que, segundo a hipótese colocada, reduziria o “tremer” da mão. Esse método está a ser implementado, com alguns resultados, mas só o tempo dirá se terá sucesso.

Download do artigo

 

Penso que uma filosofia de adequação de hardware e software poderá não só optimizar o uso de tecnologia no ensino, como poderá permitir fazê-lo a um custo baixo, recorrendo a recursos que estão facilmente disponíveis. Destaco o caso do software em que frequentemente se opta pela utilização de aplicações que são pagas, quando existem outras equivalentes que são gratuitas.

Artigo sobre acessibilidade no Blog Feel Think Grow Inspire

 

Pequeno artigo da minha autoria sobre a acessibilidade no sistema operativo Windows 7 com recurso ao software NVDA – nonovisual desktop access.

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O artigo pode ser consultado aqui.

Download do artigo.

Colocamos o Dropox na sala de aula e estamos nas nuvens.

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Ainda ontem instalamos a Dropbox nos computadores da sala e hoje já não sabemos viver sem essa ferramenta. Na semana passada, era necessário que nos lembrássemos quais os ficheiros que foram gravados pelos alunos no PC1, no PC2 e por aí em diante, agora todos os PCs se tornaram estranhamente iguais, de um momento para o outro deixou de fazer sentido a afirmação “este é o meu PC”. Os ficheiros ficam guardados num serviço online e ao mesmo tempo acessíveis no nosso e em outros computadores de uma forma muito rápida e eficaz. É o melhor de dois mundos, sentimos que temos os ficheiros ali à mão, mas que qualquer alteração é imediatamente sincronizada com a versão online. Na verdade, se todos os PCs da escola tivessem Dropbox, podia acontecer que se tornassem iguais, iria facilitar a vida a muita gente. E é tudo gratuito! Dois Gigabytes inteirinhos  de graça, podendo ir até ao seis com convites a terceiros feitos pelo titular da conta. Irrecusável. É também uma medida de segurança para quem quer salvaguardar ficheiros de uma avaria no seu computador, que aliás passa a ser aquilo que se chama de um “terminal estúpido”, contendo  apenas programas, estes, diga-se, estão a reduzir em quantidade, pois é cada vez mais comum a utilização de aplicações em Cloud. Caso para dizer que o nosso destino é  a nuvem, onde um computador barato e de baixa potência correrá aplicações complexas que serão executadas por supercomputadores na nuvem.

As aplicações em cloud serão mais económicas e eficazes?

Recentemente, deparei-me com situações em que alguns alunos afirmavam não ter processador de texto instalado, o que me fez elaborar um breve texto sobre algumas das alternativas que poderiam existir, que disponibilizei num forum que criei recentemente para dar apoio ao alunos em várias matérias hás vezes laterais, mas sempre essenciais ao presente currículo. No caso particular, uma das soluções que propus foi a utilização de aplicações em cloud, apercebendo-me na altura do seu potencial até na sala de aula.

De uma forma simplista, para quem não conhece, uma aplicação em cloud pode funcionar no  browser, como o Internet  Explorer, em que o ficheiro resultante é gravado no servidor, podendo posteriormente ser transferido ou partilhado.

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Nas aulas de Educação Pessoal e Social, nas quais se está a fazer um trabalho de pesquisa online, optei por explorar a possibilidade de utilização de aplicações em cloud, em particular recorrendo ao processador de texto incorporado no Windows Live. Tal permite uma gravação imediata de um documento em formato Word, por exemplo, no Skydrive do aluno, assegurando que aquilo que foi feito na aula possa facilmente ser continuado em casa ou em outro local qualquer desde que se possua uma ligação à internet. Até agora, era habitual, durante uma pesquisa, abrir simultaneamente o Browser e o Word, utilizando-se este último para compor a informação que se obtinha na pesquisa conjuntamente com eventuais reflexões feitas pelos alunos. O processo passava por gravar o ficheiro nos formatos tradicionais do Word no computador, procedendo-se ao seu upload para o Skydrive ou então, como alternativas, recorreria-se ao seu envio por email ou à gravação em pen disk.

A possibilidade de produção de um documento Word em Cloud, não só garante o seu armazenamento imediato, como facilita todo o processo de partilha do ficheiro entre os membros do grupo de trabalho, com o resto da turma e com o professor, evitando-se várias procedimentos que tornavam todo o processo mais moroso. Mas existem outras vantagens. Só o Internet Explorer passa a estar aberto o que permite uma rentabilização melhor dos recursos do computador e consequentemente uma maior celeridade no trabalho, além de que estamos a estender o tempo de vida útil do computador, pois este apenas tem que executar o navegador de internet. No que respeita a segurança, o ficheiro é sempre aberto no servidor, que sendo fidedigno, como era o caso, já possui defesas avançadas no que respeita ao combate a vírus e outras moléstias, promovendo um trabalho seguro em que tanto a escola como os alunos ficam com o seu hardware e software mais protegidos. Finalmente, considero ainda uma perspectiva económica na qual um aluno apenas com um navegador da internet e um computador barato consegue elaborar todo um trabalho recorrendo a um navegador da internet, não obstante um processador de texto instalado no computador possuir mais funcionalidades (de momento).